Quais os PPR mais rentáveis do mercado?

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Os Planos Poupança Reforma (PPR) são uma alternativa escolhida por muitos portugueses como forma de poupança.  No final de 2015, mais de 15 mil milhões de euros estavam investidos neste produto mas antes de investir tenha em consideração qual é o seu perfil e o seu apetite pelo risco.

Segundo a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) existem dezenas de PPR à escolha e nem sempre é fácil escolher o que melhor se adequa ao perfil de cada um. Entre as diferentes taxas de juro e a rentabilidade garantida há opções para investidores mais conservadores ou para os que preferem assumir algum risco para um retorno superior do investimento.

Como na maior parte dos produtos de poupança comece por perceber se quer uma taxa mais alta com um risco mais elevado associado ou se a opção passa por uma rentabilidade inferior mas com retorno garantido. Não se esqueça que pode ver as opções além das que existem no seu banco, procure as comissões mais baixas e tenha atenção ao histórico da rentabilidade, que serve como barómetro do comportamento do PPR. Depois, compare aqui as diferentes opções existentes no mercado.

O levantamento da compareomercado.pt destaca um produto com risco e um produto sem risco: o Alves Ribeiro PPR (do Banco Invest) tem uma rentabilidade média de mais de 12% na média dos últimos três anos mas tem risco associado. Já na lista publicada pela ASF o destaque vai para o Leve Duo, da Fidelidade, com rentabilidade média de 6% nos últimos três anos e uma taxa de gestão de 1,5%, com rentabilidade assegurada mas sem valor mínimo.

Embora continuem a existir benefícios fiscais para os PPR estes são bastante mais reduzidos relativamente ao que era praticado quando este produto foi criado, no final dos anos 1980. E depois do corte em 2011 atualmente já é possível deduzir à coleta 20% do aplicado em PPR, num limite máximo entre 300 (a partir dos 55 anos) a 400 euros (até aos 35 anos). Ou seja, quando for entregar a sua declaração de IRS pode deduzir um máximo de 400 euros em produtos de poupança.

Contudo, este valor entra na mesma rubrica que outros como despesas com imóveis, lares, saúde e educação. Ou seja: se atingir o teto máximo de 400 euros com as suas despesas habituais já não poderá usufruir dos benefícios fiscais do PPR. Se tiver dúvidas, consulte aqui a informação divulgada pelas Finanças.

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